Estamos a envidar esforços para prosseguir a travessia do Atlântico no início de 2014.
Entretanto, o livro 'Ensaio sobre a solidão' já está disponivel. O desfecho irá surpreender alguns (espero que muitos). Esta é a capa:
Mais informação e encomendas em: http://ze-tavares.blogspot.com e
http://www.bubok.pt/livros/6986/Ensaio-sobre-a-solidao--no-Atlantico-a-remos-pela-Amazonia
Mostrar mensagens com a etiqueta Ensaio sobre a solidão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ensaio sobre a solidão. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 19 de junho de 2013
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Paraguaçú é ‘Ensaio sobre a Solidão’…
«‘A viagem da minha
vida’, o subtítulo do livro do projecto de travessia, não significa um retrato
da minha vida como uma viagem, mas sim o retrato desta viagem em concreto, que poderá
marcar a minha vida. Todas as vidas deveriam merecer uma grande ‘viagem’, de
algum tipo, que as encha e faça transbordar… Seja no sentido da procura daqueles
breves momentos de felicidade “que justificam uma vida” ou, como para os
muçulmanos, no sentido do dever de efectuar pelo menos uma viagem de
peregrinação a Meca…» (trecho do livro).

Fotos do Paraguaçú no facebook:
http://www.facebook.com/#!/media/set/?set=a.136523499788650.29430.135954383178895&type=3
Aqui, pretendo
agradecer o apoio recebido ultimamente sob diversas formas: das simpáticas palavras, conselhos, e belissimo jantar dos velejadores Helena e José Carlos Viegas, ao lindo poema enviado pela Maria
Dolores Saez.

Fotos do Paraguaçú no facebook:
Aqui, pretendo
agradecer o apoio recebido ultimamente sob diversas formas: das simpáticas palavras, conselhos, e belissimo jantar dos velejadores Helena e José Carlos Viegas, ao lindo poema enviado pela Maria
Dolores Saez.
Sigue, sigue adelante y no regreses,
Fiel hasta el fin del camino y tu vida,
No eches de menos un destino más fácil,
Tus pies sobre la tierra antes no hollada,
Tus ojos frente a lo antes nunca visto.
(Luis Cernuda)
Fiel hasta el fin del camino y tu vida,
No eches de menos un destino más fácil,
Tus pies sobre la tierra antes no hollada,
Tus ojos frente a lo antes nunca visto.
(Luis Cernuda)
A propósito, estamos a organizar a
apresentação do projecto em várias escolas interessadas em apoiar a travessia:
da Escola Secundária Gil Eanes, de Lagos, ao Colégio Primário Nuestra Sra. de
la Antigua de Monteagudo, de Murcia. As escolas interessadas podem contactar por e-mail (zgiraldes@hotmail.com).
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Poucas palavras e muita energia!
Tal como parece que sobre os
melhores dias sempre cai uma mancha… para quebrar o encanto - no primeiro dia a
remar o Paraguaçú, a partir de Lagos, cheguei ao Alvor e, no regresso, quando
tudo ia bem, a poucos metros do meu pontão fui abalroado por um turismo
pilotado por um ser prepotente e, duas semanas depois, no regresso de Porto de
Mós, após uma jornada quase perfeita, encaixei o pantilhão numa rocha submersa
– também as melhores reacções são obtidas das pessoas que menos esperamos! Descobre
as semelhanças… Tal como alguns falam demasiado e não
dizem nada, ou outros que prometem com a maior das facilidades mas também se
‘esquecem’ do prometido ainda com maior velocidade (a promessa é uma forma algo
abusivamente utilizada para cativar e despertar interesse), uns pucos há que, com poucas
palavras ou pequenos gestos, te inundam de energia positiva! Obrigado Maria
Clarinda, Alberto Garcia, Jota Correia, Humberto (estes dois senhores tive o
prazer de os conhecer já na Marina de Lagos) e tia Teresa.
Este parágrafo faz parte do livro 'Ensaio sobre a solidão' sobre a travessia do Atlântico a remos.
Etiquetas:
energia,
Ensaio sobre a solidão,
palavras e energia
terça-feira, 24 de julho de 2012
Porquê?
A
pergunta que mais me fazem, e fizeram em especial durante a Feira Náutica do Tejo, é: “porquê atravessar o oceano?”
Além de pretender transmitir a mensagem da ‘eco-eficiência’ e homenagear o espírito empreendedor e aventureiro de portugueses de outrora (mais detalhes nas primeiras mensagens deste blog, tenho um outro objectivo muito pessoal: acabar de escrever um novo livro que intitulei ‘Ensaio sobre a Solidão’! Este revelará as preocupações com esta viagem e reflexões em estado de solidão, tal como pretende averiguar até que ponto se verifica a oportunidade dos temas analisados...
Além de pretender transmitir a mensagem da ‘eco-eficiência’ e homenagear o espírito empreendedor e aventureiro de portugueses de outrora (mais detalhes nas primeiras mensagens deste blog, tenho um outro objectivo muito pessoal: acabar de escrever um novo livro que intitulei ‘Ensaio sobre a Solidão’! Este revelará as preocupações com esta viagem e reflexões em estado de solidão, tal como pretende averiguar até que ponto se verifica a oportunidade dos temas analisados...
Acidentes
domésticos:
Um
ano passou desde que comecei a viver na autocaravana. Nesse período apenas tive
dois ‘acidentes domésticos’ (rebentei a porta do wc ao cair contra ela e dei
uma cabeçada num cabide fixo) que relaciono com a exiguidade do espaço. Em apenas
3 dias dentro do Paraguaçú tive um acidente doméstico potencialmente mais
sério: entornei sobre a perna a água a escaldar para preparar o almoço! Quantos
acidentes domésticos me esperarão durante a travessia neste espaço tão mais
limitado que o de uma caravana?quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
‘Ensaio sobre a Solidão’
É titulo do novo livro sobre a Travessia do Paraguaçú, e já vai a meio caminho...
Segui os movimentos e escritos de Roz Savage e Alex Bellini e a lista de afinidades que me unia a estes ‘cruzados dos oceanos’ não parou de crescer…
Perguntei a Roz sobre as suas rotinas de sono... Ela utilizava como guia a velha máxima de Winston Churchill: “Sucesso é a habilidade de ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo”. Bellini informou-me de algumas dificuldades na rota que pretendo utilizar...
Faço um exercício de antecipação: os «principais problemas que se podem enfrentar perante uma travessia oceânica vão do esforço físico às tempestades, da falta de sono à má alimentação, dos navios, baleias e tubarões, … à solidão! Os meus medos eram todos eles… ».
Ao estilo de crónica abordarei temas com que me poderei deparar, como: momentos zen, monotonia, disciplina, solidão, isolamento, medo, liberdade e marginalidade, derrotismo, silêncio, acídia, obsessão, paciência e maturidade, despojamento e presságio, egoísmo vs. individualismo, masculinidade e responsabilidade...
Foto: interior do Paraguaçú e carril do banco (um quebra-cabeças)
Segui os movimentos e escritos de Roz Savage e Alex Bellini e a lista de afinidades que me unia a estes ‘cruzados dos oceanos’ não parou de crescer…
Perguntei a Roz sobre as suas rotinas de sono... Ela utilizava como guia a velha máxima de Winston Churchill: “Sucesso é a habilidade de ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo”. Bellini informou-me de algumas dificuldades na rota que pretendo utilizar...
Faço um exercício de antecipação: os «principais problemas que se podem enfrentar perante uma travessia oceânica vão do esforço físico às tempestades, da falta de sono à má alimentação, dos navios, baleias e tubarões, … à solidão! Os meus medos eram todos eles… ».
Ao estilo de crónica abordarei temas com que me poderei deparar, como: momentos zen, monotonia, disciplina, solidão, isolamento, medo, liberdade e marginalidade, derrotismo, silêncio, acídia, obsessão, paciência e maturidade, despojamento e presságio, egoísmo vs. individualismo, masculinidade e responsabilidade...Foto: interior do Paraguaçú e carril do banco (um quebra-cabeças)
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Pilares de Herkules
A alemã Janice pretende partir do Algarve no RFS (Row for Silence), em Dezembro, para a sua travessia oceânica… Anda às voltas com as autoridades marítimas portuguesas. Desejei-lhe ‘sorte’, pensando que talvez seja mais difícil o contacto com estas do que a própria travessia… O Julian sairá do Senegal a meio de Junho próximo para a sua segunda tentativa de travessia. A primeira, no ano passado, abortou no próprio dia da partida quando um temporal de força 9 o fez naufragar com o seu Herkules, ao cruzar os Pilares de Hércules, frente a Tanger.
Enquanto alguns estão prestes a sair, uns pouco tentam lutar no mar para evitar… isto! (foto de destroço) - o destino destes ‘trans-oceanicos’ conhece todas as classes de sorte - e eu continuo a lutar em terra contra a inércia, e a complexa e custosa logística (para a qual a total falta de apoios nada contribui). O negócio com o Oceanite esfumou-se (ou, não chegou a bom porto). O barco estava em piores condições do que o previsto. O Herkules é uma possibilidade caso chegue em bom estado a Cayenne, na Guiana Francesa.Os contactos e os treinos prosseguem…
(Fotos: vista de Marrocos a partir de Gibraltar; destroço de um barco de travessia; Julian e Zé com o Herkules no clube náutico)
Subscrever:
Mensagens (Atom)



